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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Política e Justiça



Política sem povo
Política não é
Não importa o discurso
Política, não é

Justiça de elite
Justiça não é
Não importa o recurso
Justiça, não é

Política e Justiça um dia virão
Trazendo a reboque a sonhada igualdade
República, democracia, Estado, Nação

Um povo que luta, merece atenção
Da Política o respeito, da Justiça o efeito
Política e Justiça, um dia, virão

(Pensador Tupiniquim)

A farsa do homem bom

A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípios. (Barão de Montesquieu)

Diz o ditado popular que de boas intenções o inferno está cheio. Pois bem, todos já devem ter ouvido a expressão o “Fulano é bom” ou, conforme a região do país, “Fulano é um cabra bão, arretado”, ou ainda "Fulano é um santo", para designar políticos, desses que se perpetuam no poder às custas de dentaduras, cadeiras de rodas, óculos, ou até mesmo obras faraônicas de encher os olhos (e os bolsos). É a tal “cortesia com o chapéu alheio”, no caso meu, o seu, de todos nós contribuintes diretos ou indiretos do Estado Brasileiro.


Seria no mínimo ingênuo pensar que os nobres que se passam por samaritanos, adoçando o eleitor com mimos, favores e afins, o fazem com o único intuito de melhorar a vidas dos menos favorecidos. Essas “generosas” benevolências, de uma forma ou de outra, mais cedo ou mais tarde, serão cobradas na forma de contratos fraudulentos, nomeações de apadrinhados, funcionários fantasmas, confisco de parte dos salários dos nomeados e toda a sorte de invenções que nossas “altruístas” autoridades possam conceber.

terça-feira, 10 de abril de 2012

E o salário ó!

Chico foi um gênio como poucos conseguiram ou conseguirão ser, e foi um gênio como ninguém conseguiu ou conseguirá ser. (Pensador Tupiniquim) 


E para substituir nosso “Amado Mestre” eu chamo... ninguém, porque o nosso Chico é insubstituível. Da mesma forma que os Trapalhões remanescentes fizeram essa singela homenagem ao nosso eterno Zaca, eu peço licença a eles para fazer uso de suas palavras em minha homenagem a Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, o nosso Chico Anysio.

Todos gostariam que fosse apenas um “vapt-vupt” do Professor Raimundo, ou apenas mais uma vingança “malígrina” atrapalhada do Bento Carneiro, ou até mesmo mais uma “verdaaaade” suspeita do Pantaleão. Mas infelizmente, ele se foi. Por mais anunciado que tenha sido esse momento, nunca estivemos preparados, porque nunca estamos preparados para perder aqueles que nos são mais caros e próximos. E Chico era “caríssimo” e tão próximo dos brasileiros como se fosse parente de cada um de nós.