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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Coluna do Meio: 3 x 3 num Choque Rei emocionante

A "majestade" do clássico valeu o apelido de "Choque-Rei", dado pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal "A Gazeta Esportiva". O Choque Rei levou por quatro vezes públicos maiores do que 100 mil pessoas no Estádio do Morumbi. (Wikipedia)


De tirar o fôlego, assim eu classifico o clássico Palmeiras e São Paulo deste domingo. As duas equipes mostraram como deve ser disputada uma partida, sobretudo o clássico mais equilibrado do trio de ferro. Felizmente com uma ligeira vantagem para nós tricolores.


Tanto Palmeiras quanto São Paulo entraram em campo para jogar o jogo e vencer. Para nós sobrou a árdua tarefa de roer as unhas, secar cada lance do adversário e gritar com os três gols para cada lado. O primeiro tempo foi alviverde, já no segundo o São Paulo acordou e conseguiu buscar a igualdade.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pão quente, mas com manteiga!

Um blog é igual uma padaria. Precisa ter pão quente. Padaria sem pão… quebra. Blog sem post novo não é blog. Não desperta interesse. Perde leitores. (Ronaldo Nezo)


Este é apenas o meu terceiro post e confesso que, desde a decisão de montar esse espaço, sinto falta de escrever. O pensamento é algo meio que indócil, precisar sair da cabeça de alguma forma. Pelo menos pra mim, apenas discutir verbalmente não estava sendo o bastante, era preciso torná-lo tangível e perene.


Assim, depois de vencer a "preguiça", nasceu mais um de meus filhos (já tenho uma garotinha e estamos aguardando ansiosos a chegada do nosso garoto). Sim, um blog pode ser encarado como um filho, já que você precisa cuidar dele, acompanhar seu crescimento, vê-lo dar frutos, e por aí vai.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Coerência Incoerente

Brasília é fruto de um concurso público, então nada mais correto e democrático do que nós também termos os arquitetos do Brasil inteiro pensando Brasília e pensando as passagens. (Ivelise Longhi - Diretora-Presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal)


Confesso que estava planejando escrever sobre outro tema, mas ao ver uma reportagem no Bom Dia Brasil sobre as passarelas subterrâneas da W3 em Brasília, não pude resistir.


Bem, a abertura da reportagem foi sobre o perigo para os pedestres ao atravessar tal via. Mas não é uma via qualquer. Quem já esteve em Brasília sabe o fluxo e a velocidade do trânsito por lá.
Antes que alguém pudesse pensar que são todos uns insanos ao se aventurar no asfalto, a repórter mostrou que existem "alternativas": as tais passarelas subterrâneas.
Contudo, as mesmas se encontram num estado crítico de abandono que as aspas que eu coloquei não possuem caráter meramente figurativo. Eu já estive várias vezes em Brasília e pude constatar pessoalmente que a realidade é bem pior do que as câmeras conseguiram captar.


A questão que eu quero levantar é de como as coisas são feitas de maneira torta neste nosso país tropical abençoado por Deus. Estamos falando de pessoas que preferem arriscar a própria vida ao atravessar uma via rápida, sem faixas ou semáforos, do que utilizar os equipamentos públicos criados justamente com a finalidade de propiciar uma travessia segura. Só que de seguras essas passarelas possuem muito pouco, ou quase nada. São guetos sujos, escuros e abandonados, facilmente utilizados por meliantes para emboscarem pedestres incautos.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Por quem os sinos dobram?

A morte de cada homem diminui-me, porque sou parte da humanidade. Portanto, nunca procure saber por quem os sinos dobram; eles dobram por ti. (John Donne)


Cada vez que ligo a televisão, abro um jornal, folheio uma revista ou ligo o rádio me deparo com o estado caótico no qual se encontra a humanidade.
Filhos mantando pais, e vice-versa, brigas de torcida, trânsito assassino, mortes nos corredores de hospitais, idosos sendo maltratados por quem deveria zelar por eles. Se for enumerar aqui as barbáries não farei outra coisa.


O fato é que as pessoas parecem ter perdido, e se for analisar friamente a história da humanidade vou ficar na dúvida se realmente um dia tivemos, a capacidade de se importar verdadeiramente com o próximo.
É claro que existem pessoas que se dedicam a ajudar seus semelhantes, mas enquanto estes trabalham como os artesãos da Idade Média, os episódios bárbaros são produzidos em escala industrial.